Comunicação é ciência. Ciência da atração, da propagação, da psicologia, da neurolinguística. Ciência da análise, da estratégia e da soma dos impactos. Ciência do consumo, da credibilidade e do desejo. Ciência das reações químicas que liberam endorfina, dopamina, ocitocina e nos mantém ligados a tudo que nos emociona. É a ciência do cruzamento de dados que faz a propaganda funcionar, mas, é a criatividade que faz com que a sua propaganda funcione melhor que a do seu concorrente.

Quando o consumidor é impactado por uma mensagem e a psicologia básica do cérebro é ativada para dar uma resposta emocional, ele acaba gostando da propaganda e quando tiver a oportunidade, vai lembrar e vai comprar.  E se ele ficar satisfeito, vai comprar de novo e de novo, ao ponto de se tornar fiel. É verdade. Uma experiência positiva e marcante cria uma ligação duradoura entre pessoas felizes e marcas com atitude. É por isso que a propaganda criativa, o design e o live marketing são ferramentas expressivas nas ações de brand. Funcionam e dão resultado.

Na propaganda é preciso ser relevante emocionalmente, investir em ideias originais e veicular, veicular, veicular… Então identifique os gaps da sua estratégia de comunicação e corrija com soluções de linguagem e veículos mais adequados. Faça brand, faça varejo, faça on e off-line sempre com  mensagens que provocam reações, elas são mais difíceis de esquecer. Deixe a criação das mensagens para os profissionais de comunicação.

A internet abriu a porta para outro tipo de competição. O sucesso é medido pelo mérito, pela vida útil das novidades e pelo surgimento de novas regras de linguagem para se comunicar de uma forma mais direta e barata. A obsolescência passou a ser diária. Não tem volta. Faça o seu site para ser encontrado por todos e em todos os lugares. Faça o seu aplicativo, a sua landing page, o seu blog, os seus anúncios no Google, a sua página no Instagram, faça inbound, faça um e-commerce, faça até e-mail marketing, mas, não esqueça de integrar Analytics em tudo.

Uma marca líder sempre mantém um diálogo próximo com o seu público por meio de diversos canais de comunicação. Uma das formas mais consistentes para ser uma referência no mercado é ser uma fonte confiável de informação para formadores de opinião e veículos de comunicação. Construa relacionamentos com a imprensa. Seja notícia. Contrate uma boa assessoria.

O público consumidor está deixando de ser um esbanjador compulsivo. As crises econômicas, o medo da escassez dos recursos naturais e as ações de conscientização são as bolas da vez. Seja respeitador, se posicione, seja inclusivo sem ser piegas.

Se você tem uma marca regional aposte na sua personalidade. Aproveite a liberdade que a internet oferece para se destacar. Trace objetivos para conquistar públicos, estude os resultados, observe as tendências de comportamento e construa sua fama por meio da livre competição. Faça mais com menos.

Existe uma tendência para fornecedores de comunicação e marketing que ainda não decolou, mas, é promissora. Será uma questão de entendimento, entre cliente e agência, sobre o pagamento dos honorários para que esse modelo se torne aderente. São as agências de soluções, uma espécie de consultoria. É a aplicação de todas as ciências para tornar uma marca inesquecível em outro nível. São profissionais que fomentam a recombinação de modelos em diversas áreas para oferecer alternativas personalizadas, sustentáveis e justas, descentralizando a concepção de ideias e rompendo com práticas engessadas de negócio. O objetivo é promover a diversidade de soluções. Essas agências criam relacionamentos colaborativos entre a marca, seus colaboradores e os consumidores, é mais eficiente na promoção do engajamento e os resultados são satisfatórios para a maioria. Todos são úteis na gestão da marca. Isso porque a solução nem sempre está no aumento das vendas ou em uma “jogada” de marketing. Para manter a empresa competitiva a solução pode estar na redução do catálogo de produtos, em uma liderança inspiradora, em um aplicativo que automatiza tarefas desestimulantes, na troca de fornecedores, na reestruturação dos processos, na aplicação inteligente do dinheiro, na implantação de novas tecnologias, na democratização do espaço de trabalho, na opinião dos consumidores ou em novas diretrizes para o aproveitamento dos recursos humanos internos. É um baita mix de soluções para praticar e isso pede que todos estejam de mente aberta, juntos e misturados no propósito para a construção de insights que garantam o bem comum. Aí, não tem jeito. Quando isso dá certo, ninguém esquece.